por Equipe Terraz

Com a necessidade de distanciamento social e a solução cada vez mais prática dos home offices, aumenta a demanda por propriedades amplas e mais confortáveis.

Muita coisa mudou este ano em função do surto do novo Coronavírus: a opção delivery substituiu as idas aos restaurantes, as plataformas digitais se tornaram uma alternativa para a transmissão de eventos e shows e a grande maioria das empresas passou a privilegiar o trabalho remoto ao invés do físico. Com o mercado imobiliário não foi diferente, e os especialistas do ramo já são capazes de apontar algumas tendências para os próximos tempos. Será o “novo normal” também o princípio de um novo perfil de consumidor no setor imobiliário, ou até de uma nova relação com o local onde vivemos? Saiba mais!

AS MUDANÇAS OCASIONADAS PELA PANDEMIA

Sabemos que, entre as restrições impostas pela atual conjuntura, a necessidade de diminuir o contato com terceiros, evitando aglomerações, foi uma das mais desafiadoras, tanto para a vida social da população, quanto para a manutenção de empresas e instituições. O crescimento exponencial da prática de home office no contexto de isolamento social fez com que as pessoas não só ficassem mais tempo em casa, mas tivessem de transformar a sua casa em um espaço de trabalho. Ambientes outrora de lazer ou convívio comum tornaram-se escritórios improvisados, motivando uma reavaliação, por parte de locatários e compradores, das suas prioridades no que diz respeito às condições de habitação. Nunca prestamos tanta atenção ao nosso lar, e toda essa atenção acabou por revelar certas insatisfações, alterando nossos anseios e expectativas.

Além disso, com a interrupção das atividades em grupo (como escolas, creches e cursos extracurriculares), inúmeras famílias, das pequenas às numerosas, viram-se de repente confinadas juntas, o que despertou em muitos o desejo por mais comodidade e qualidade de vida. Para Henry Borenstein, presidente executivo da Helbor Empreendimentos, o próprio conceito de moradia está sendo repensado a partir desse contexto. Não seria equivocado sugerir que as pessoas estão deixando de basear suas escolhas imobiliárias em funcionalismo ou utilidade e começando a priorizar seu bem-estar – isto é, sua saúde, tanto mental quanto física, seu conforto e o bem viver.

AS TENDÊNCIAS QUE VÊM SENDO OBSERVADAS

Esses impactos se traduzem nas avaliações imobiliárias recentes, que indicam uma nova preferência entre consumidores por imóveis maiores, afastados dos centros das grandes cidades e com ambientes que possam servir de home office. Mesmo que a praticidade de morar próximo ao local de trabalho ainda seja levada em conta na hora de escolher um imóvel, com a crescente adoção do escritório a domicílio, essa preocupação passa a ser secundária. É o “efeito home office”, segundo matéria d’O Globo: se estúdios compactos localizados em áreas urbanas movimentadas eram privilegiados nas procuras, agora que muitas jornadas de trabalho são passadas em casa (e que convivemos mais tempo com nossos familiares ou colegas de apartamento), os favoritos do mercado são imóveis de metragem maior, que oferecem quarto extra e cozinha ampla e são adequados para famílias. Você pode conferir nossas oportunidades no site.

Uma pesquisa inédita feita pela startup Loft e publicada na revista Exame aponta que, após o boom de apartamentos pequenos em zonas concorridas, estamos diante de um novo boom imobiliário: o dos apartamentos médios ou grandes em zonas tranquilas. É uma verdadeira “tendência na contramão”, que se deve, em grande parte, às mudanças ocasionadas pela pandemia no tecido social, sobretudo à incorporação do expediente à rotina do lar.

AS PROJEÇÕES PARA O FUTURO DO SETOR

O ecossistema digital oferece soluções permanentes também para os métodos de atuação do mercado imobiliário: o modelo de trabalho da Terraz, resultado de mais de dois anos de investimento em inovação, revela-se prático, fácil e seguro no cenário atual. O uso inteligente de tecnologias para simplificar processos de locação se mostra cada vez mais relevante, e a equipe criativa da Terraz é pioneira nesse campo. A ampliação das modalidades de serviço e o oferecimento de canais diversos de atendimento, adaptando-os às demandas da era online, são competências que, de acordo com André Lima, diretor de operações da Terraz, estão no centro da metodologia empreendedora da plataforma digital.

A Terraz oferece uma carta de imóveis ideal para quem já adotou a prática do home office e busca condições melhores de moradia. Para Mate Pencz, copresidente e fundador da Loft, a valorização do ambiente doméstico e o consumo de bairro são hábitos que herdaremos dos meses vividos em isolamento, então talvez seja a hora de dar aquele voto de confiança e apostar em um imóvel na zona de sua preferência – mesmo que ela não seja a mais central.

Em Florianópolis, bairros como Coqueiros, Campeche, Lagoa da Conceição e Ingleses são ideias para quem quer investir em um imóvel maior, onde é possível trabalhar e, ao mesmo tempo, aproveitar o tempo em família e o contato com a natureza. Propriedades amplas e confortáveis, que vão de apartamentos com espaço para escritório até condomínios perto do mar e casas distantes dos grandes centros urbanos, estão disponíveis diretamente no site da Terraz. E o melhor de tudo é que essas ofertas podem ser consultadas de maneira totalmente digital, sem risco e sem complicação!