Quem deseja ter casa própria ou comprar imóvel para investir, esse é o momento. Apesar da crise financeira gerada em todo o mundo devido à pandemia, o setor imobiliário segue apresentando dados positivos. E esses resultados beneficiam também o consumidor.

Dois são os principais motivos para que as vendas de imóveis em todo o Brasil continuem a crescer e alcançar desempenho histórico. A Selic, taxa básica de juros, é a principal alavanca para este movimento. 

Número de lançamentos aumentou

Apesar de em 2021 já ter passado por três reajustes, a taxa segue bem abaixo de anos anteriores, o que reduz significativamente o valor do financiamento e também das parcelas que serão pagas ao longo dos anos.

Enquanto a taxa permanece baixa, o segmento segue em alta. Segundo a ABRAINC, Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias, somente no primeiro trimestre deste ano foram registrados 26 mil lançamentos de imóveis no país, um aumento de 39% em comparação ao mesmo período do ano passado.

As vendas também cresceram nos três primeiros meses deste ano: foram 30 mil unidades comercializadas, o que representa um incremento de 21% com relação ao mesmo período de 2020. 

O saldo positivo também é verificado ao ampliar o tempo de análise. Em 12 meses, de março de 2020 a março de 2021, o mercado vendeu 144.688 imóveis, 27,1% a mais do que no ano anterior. 

Com o mercado aquecido, taxa mais acessível, há ainda outro fator que facilita adquirir imóvel para investir: a concorrência entre os bancos. A maior procura vem gerando uma corrida entre as agências para conquistar o cliente. Há cada vez mais vantagens oferecidas para atrair o consumidor e ter imóvel como investimento. 

A Selic

Já falamos dela acima, mas não custa repetir. A taxa básica da economia brasileira influencia diretamente todas as demais taxas de juros do Brasil, inclusive os financiamentos. 

Atualmente, a taxa está em 4,25%, definida no dia 16 de junho pelo Copom, o Comitê de Política Monetária do Banco Central. Somente neste ano, o valor já teve três reajustes. E deve ter novas alterações ainda em 2021. 

A taxa é reavaliada a cada 45 dias, podendo ser mantida, aumentar ou diminuir, mas de acordo com a tendência, a expectativa dos especialistas é que o valor continue a subir.

Apesar disso, ainda segue favorável aos consumidores. Em junho de 2016, por exemplo, a Selic chegou a 14,25%. Então, se a sua intenção é comprar imóvel, vá em busca dessa meta o quanto antes. Nesse caso, tempo realmente significa dinheiro.

Prepare as finanças

Além do financiamento e do valor da entrada, não esqueça as demais despesas que você terá ao adquirir um imóvel como o IBTI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis), taxa paga às prefeituras municipais e que pode chegar a 3% do valor do imóvel. Ou seja, prepare o bolso.

Outro gasto é com a escritura que varia de estado para estado. Em Santa Catarina, o valor é tabelado, sendo o mesmo em todos os cartórios. Essa despesa também não é das mais baixas, podendo chegar a cerca de R$ 1.500,00. 

Faça bem o planejamento financeiro porque você ainda vai ter outros custos como taxa de avaliação da imobiliária e taxas para ligação de luz, entre outros serviços básicos.

Então vale a pena comprar imóvel para investir?

Depois de conhecer todos os gastos você pode se perguntar se vale mesmo a pena investir neste mercado. E a resposta é SIM. Não é de agora que adquirir imóveis é considerado um investimento seguro. 

Mas o desempenho do setor, mesmo em meio a uma pandemia que prejudicou diversos outros segmentos, o imobiliário consolida-se como um dos mais fortes e estáveis e com retorno garantido.

Apesar da crise sanitária e econômica gerada pelo coronavírus, os imóveis continuam a se valorizar, tornando-se bens ainda mais preciosos e lucrativos para quem decide comprar um imóvel para investir.

Como e por que alugar?

Talvez o maior receio de quem busca investir em imóveis é não conseguir depois alugar a casa, apartamento ou kitnet. Mas para isso o recomendado é procurar imobiliárias como a Terraz Aluguel Digital que tem toda experiência e qualificação para anunciar e encontrar locatários para o imóvel.

Outro fator que favorece quem investe em imóvel para alugar é o valor da locação que tem reajuste estabelecido pela legislação. A Lei do Inquilinato, nº 8.245/1991, define que o reajuste e qual índice irá basear a definição do novo valor devem estar previstos no contrato de aluguel

No Brasil, há diversos indicadores, mas o mais comum é que o reajuste siga o IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado,) calculado de acordo com a inflação no país. 

Assim, quando os preços em geral sobem, o valor da locação aumenta na mesma proporção. Mas, claro, o reajuste só pode ocorrer no vencimento do contrato. De toda forma, é uma garantia e tanto para os proprietários de imóveis, refletindo em renda extra todos os meses.

Além do valor da locação, ao alugar, o proprietário se livra também das despesas fixas como condomínio, luz, água, gás e outras. Do contrário, com o imóvel vago, esses gastos continuarão a ser de sua responsabilidade e pode não ser um bom negócio.

Se você já tem um imóvel e procura dicas de como valorizá-lo e, consequentemente, alugar com mais rapidez, confere o conteúdo: Como valorizar o imóvel: características que oferecem maior rentabilidade

Fatores para alugar

Para que este investimento realmente gere lucros, antes mesmo de adquirir um imóvel para investir verifique bem os fatores que tornam qualquer local mais atraente para os possíveis locatários. 

Mais do que ter a certeza de que vai ter o imóvel sempre ocupado, estes critérios fazem toda a diferença também para garantir um valor maior na locação.

– Localização: quanto melhor a localização, mais fácil acesso a vias principais, maior a proximidade a serviços diversos como supermercado, farmácia, escolas e universidades, restaurantes, unidades de saúde, postos de gasolina e comércio em geral, mais valorizado é o imóvel e maior o valor que pode ser cobrado. 

A localização representa também a segurança da região e a vizinhança. Quanto mais tranquila e agradável, menos barulhenta, mais segura, mais elevado será o preço da locação.

– Estado de conservação do imóvel: independente de a casa ou o apartamento serem recém-inaugurados ou já estarem há anos no mercado, a conservação é quem dita a regra e, claro, o preço. Mantenha o imóvel em perfeitas condições e sempre que possível faça as devidas reformas e reparos.

– Quantidade de cômodos: quanto maior o imóvel, com maior número e melhor distribuição dos cômodos e em localização valorizada, mais elevado o aluguel. 

– Mobília: móveis podem fazer toda a diferença. De maneira geral, para imóveis mobiliados você pode cobrar de 20% a 30% a mais no preço do aluguel. Vantagem para você e para seu inquilino já que é só entrar e morar.

– Infraestrutura do condomínio: espaços como salão de festas, piscina, academia, playground, elevador, entre outros, agregam valor ao bem como um todo e também somam ao aluguel.

Conte com ajuda especializada

Se mesmo com as dicas acima você ainda tem dúvidas, opte por uma orientação especializada. Busque profissionais para te ajudar. Na Terraz, por exemplo, você encontra todo o auxílio para fechar o melhor investimento imobiliário. 

Com dicas aos proprietários como os bairros de Florianópolis e região mais indicados para investir, a Terraz será a sua aliada para fazer do seu imóvel a sua renda extra todos os meses por meio da locação.