O amor está no ar. Aliás, está por todos os lados. Está na cozinha preparando aquele jantar, na sala te esperando para assistir a qualquer filme, no quarto para tornar a noite mais aconchegante. Será que chegou a hora de morar junto? O seu amor já tem até a chave e está praticamente o tempo todo na sua casa ou vice-versa.

E quando não está você sente falta? Se você está assim, é normal que já tenha pensado em estreitar ainda mais essa relação, em juntar de vez as escovas de dentes, não é mesmo?

Normal também é ter dúvidas, se questionar se é a hora certa, não saber direito como falar sobre isso. Nesses casos, o diálogo é sempre a melhor solução. Se você tem vontade de ir morar com namorado ou namorada, converse, conheça o desejo e sentimentos do outro, coloque na balança os prós e contras e, se concordarem em dar este passo tão importante, planejem-se. 

O dia a dia, a correria, as tarefas domésticas, as obrigações, os pagamentos, as manias de cada um, tudo interfere e pode complicar a vida do casal. Planejamento, paciência e, claro, amor são fundamentais para que nada abale as estruturas desta relação quando chegar a hora de morar junto. 

Para te ajudar a saber se é a hora de morar junto, confira as nossas dicas e saiba tudo o que é preciso para dar início ao seu “felizes para sempre”.

Sinais de que é hora de morar junto

Vocês passam muito tempo um na casa do outro? Se sim, este é um bom sinal.

Não apenas de que parece ser a hora certa de morarem no mesmo teto, mas também de que a vida a dois será mais fácil, pois vocês já compartilham boa parte do tempo, o mesmo espaço e, provavelmente, conhecem as manias, qualidades e defeitos um do outro.

Ao ir morar junto ambos têm que ser parceiros e estarem dispostos a colaborar, compartilhar, a respeitar. Do contrário, o amor pode não resistir.

Planos a longo prazo

Outro sinal de que chegou a hora de ter o cantinho de vocês é se fazem planos juntos. Isso é importante porque é necessário que vocês se visualizem juntos por muito tempo e que tenham sonhos parecidos. 

Se um sonha em casar e ter filhos e o outro nem pensa nisso, isso pode ser um empecilho. Ou se um ama morar em tal cidade e o outro quer se mudar.

Antes de mais nada é necessário sentar e alinhar os pensamentos. Isso não quer dizer que cada um não possa ter opinião ou desejos próprios. Mas os planos para a vida precisam ser similares, senão em algum momento isso vai complicar a relação.

Planejamento financeiro

O que também pode comprometer a vida a dois é dinheiro. Não adianta acreditar que o amor supera isso porque não é verdade. A questão financeira precisa ser organizada bem antes de arrumar a mudança.

A divisão das contas é algo que vocês definirão e o cumprimento das obrigações de cada um é um fator essencial na hora de morar junto. 

Independente da forma como estipulem as responsabilidades, isso não vale apenas para as despesas, mas também para as tarefas domésticas, para a rotina, os horários: os dois têm que cumprir o combinado e em casos de imprevistos, como aperto financeiro, falar a verdade e pedir ajuda.

Na riqueza e na pobreza, na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, não é isso? E nem precisa casar com papel passado para seguir esse mantra.

O planejamento financeiro é algo essencial no momento de decidir se é hora de morar junto. 

Direitos e deveres de casais morando juntos: o que diz a legislação 

Por falar em papel passado, esse é um passo que não pode ser deixado pra lá. E não estamos aqui falando em casamento. 

Nem sempre o ir morar junto requer que vocês oficializem a relação em cartório, mas exige que vocês conheçam os direitos e deveres, o que diz a legislação sobre esta relação sob o mesmo teto e quais garantias vocês devem tomar para que, em casos de rompimento, ninguém saia ainda mais machucado devido a conflitos que de quatro paredes vão parar na justiça.

União estável

Você sabia que mesmo sem casar oficialmente sua relação pode configurar união estável? É isso mesmo. O artigo 1.723 do Código Civil de 2002 estabelece como união estável a relação  configurada na convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de família. 

Ou seja, se as partes se declararem como casal, a relação pode se enquadrar como união estável, apesar de nestes casos ser mais difícil comprovar.

Aluguel ou casa própria

Essa é outra decisão que vocês terão juntos. O mais recomendado para quem quer experimentar essa vida nova é optar pelo aluguel para que vocês se descubram e tenham ainda mais certeza de que os planos para o futuro serão realmente a dois. 

Além disso, é preciso considerar o estilo de vida e a situação de cada um. Vocês ficam bastante em casa ou viajam muito? Têm previsão de morar em outra cidade, por vontade própria ou por motivos profissionais? Têm emprego estável que garante uma renda fixa? Essas questões são importantes já que a aquisição de um imóvel requer mais planejamento e, geralmente, é feita via financiamento, ou seja, uma responsabilidade a longo prazo.

O que diz a Lei

Se a decisão foi adquirir imóvel, além de fazer as contas para verificar se a parcela realmente vai caber no bolso e se ambos têm como dar entrada, o casal tem que oficializar. O nome dos dois deve constar na documentação, independente se for na planta, unidade usada ou em construção.

Nos casos de aluguel, a Lei do Inquilinato nº 8.245/1991 determina que “em casos de separação de fato, separação judicial, divórcio ou dissolução da união estável, a locação residencial prosseguirá automaticamente com o cônjuge ou companheiro que permanecer no imóvel”. A alteração deve ser comunicada por escrito ao locador e ao fiador, se for esta a modalidade de garantia locatícia. 

Conte com a Terraz

Se você está na fase de procurar imóveis, acessa o conteúdo que publicamos no blog recentemente: Dica de imóvel ideal para dividir. Nossas dicas podem ser úteis!

E se o seu plano é ir morar junto com seu amor de aluguel e na região da Grande Florianópolis a Terraz pode te ajudar a dar este passo tão importante. Acesse o nosso site e encontre o imóvel ideal para começar a vida a dois.